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23 de Setembro de 2017

Porões da Ditadura

Opto por acreditar na ingenuidade daqueles que a defendem. Talvez não compreendam a dimensão, se compreendessem não ousariam.

Lucian Freitas, Estudante de Direito
Publicado por Lucian Freitas
há 2 anos

Essa foi a imagem compartilhada no facebook por uma página. Ao me deparar com ela, não pude me furtar de deflagrar meu conceito a respeito. Segue o conteúdo do meu post em contraposição à imagem:

"20 hidrelétricas? Ok! Mas a que preço? Primeiro a preço de sangue, assassinatos, atentados com bombas (No Riocentro, OAB etc.), demissões de concursados (até juízes), fim de direitos e garantias constitucionais como habeas corpus, exílios, ocultação de cadáveres, torturas, chacina do Araguaia (61 mortos mesmo após se renderem) etc etc etc.

Quando escuto brasileiros fazendo manifestação ovacionando a ditadura, penso que eles não podem saber o que estão dizendo. Quem sabe, não diz, se soubessem não ousariam. 20 hidrelétricas, bem como outras obras chamadas faraônicas como a transamazônica (inservível) ou a ponte Rio- Niterói, foram fruto de empréstimos com o FMI de forma que a dívida externa, de US$ 3,4 bilhões em 1964, vai a absurdos US$ 49 bilhões em 1979.

O rombo, todavia, fora jogado no colo da raquítica democracia que ainda engatinhava após 1985, ano que ruiu a ditadura. Pena que poucos estudam a fundo os verdadeiros porões da ditadura.

Famílias ainda hoje clamam pelos ossos dos seus. Entre mortos e desaparecidos pelas mãos dos famigerados DOI-CODI, CIE, SNI etc somam cerca de 434 pessoas (fora as cifras negras), tidos como" subversivos "por serem contra o regime totalitário. Tudo isso a mando ou com o consentimento desses DITADORES, sim, em caixa alta e SEM ASPAS".

Pores da Ditadura

199 Comentários

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Meu caro futuro colega Lucian,
Aprendi do meu pai (oficial aviador), ainda em tenra idade, que as Forças Armadas são a "ultima ratio" na defesa do equilíbrio e da paz interna da nação, fato que vim a constatar na prática em 1966, quando operava no P2. Em razão dessa experiência e vivência, permito-me discordar da sua apreciação, com todo respeito.
Muitos dos que investigamos e perseguimos à época de vigência da revolução, ocuparam a partir de 2003 cargos de altíssima confiança nesse desgoverno que aí está e você sabe muito bem disso. Eram reles marginais travestidos de "revolucionários" que operavam na calada da noite, covardemente, ceifando vidas inocentes. Lula os trouxe de volta ao cenário nacional (a presidente é uma dessas figuras) e deu no que deu; dispensa maiores comentários.
Um estado de exceção tem seus custos (materiais e humanos) para ambos os lados contendores. São contingências naturais num conflito bélico, com a ostensiva diferença de que o lado "guerrilheiro" opera nas sombras, covardemente. Perdemos muitas vidas pela ação grosseira e apátrida desses celerados que hoje ocupam o governo.
Quanto à sua nada velada acusação de desperdício de dinheiro público por nosso regime, digo-lhe que são poucos os que se atrevem a, publicamente, apontar com o dedo em riste, mormente nestes treze longos, desgastantes e deprimentes anos de governo petralha. Alem de torrarem bilhões de dólares em auxílio a "parceiros" (sic) sabidamente comunistas, exauriram os cofres da União, retrasaram nosso país criminosamente, colocaram-nos em estado de miséria social.
Portanto, meu caro Lucian, reveja suas ilações, coloque a mão na consciência e reflita sobre a "verdade verdadeira" que vigia e vige em nossa nação. Basta comparar.
Com todo respeito. continuar lendo

JKoffler, obrigado per me honrar com a leitura e com o construtivo comentário.
Toda crítica é muito bem vinda, porquanto fomenta o crescimento de ambas as partes.

Privilégio de minha parte ler seu comentário, uma vez que participou ativamente do antigo regime de governo. Isso é raro !

Acompanho-o no que tange ao conceito formado a respeito do atual governo petista e sua cronológica trajetória política. Contudo, generalizar a classe revolucionária é um risco. Também o acompanho quanto à atual cleptocracia que reina no governo PT, mas penso que um erro não justifica outro. Ou seja, tanto na ditadura quanto no governo PT houve e há, no segundo caso, desperdício de dinheiro público, tanto por má gerência quanto, também no segundo caso, por corrupção.

Espero que continue contribuindo com seus posicionamentos.
Tenha um excelente dia! continuar lendo

Sr. Jkoffler. Infelizmente os comunas tomaram conta das escolas e universidades do nosso país e o estrago que andam fazendo nas cabeças dos nossos jovens é praticamente irreversível. Dessa forma, vez ou outra, nos deparamos com esse tipo de "texto", escrito pelo jovem "pensador crítico inconformado". Obrigado por desconstruir esse discurso que é reprodução dos discursos dos professores comunas nas escolas, que traz como único objetivo denegrir os nossos heróis militares que impediram que o Brasil se tornasse província de Cuba. Abraços. continuar lendo

Prezado colega, gostei de suas sábias colocações. A tática gramscista adotada pela esquerda brasileira após o contra-golpe de '64 deu certa. Tanto é que, sem grandes conflitos, conseguiram instalar-se no Poder (não ouso dizer "dos 3"), intento frustrado nos anos '60 e '70, graças à atuação pronta e eficaz de nossas gloriosas Forças Armadas. Paulatinamente, após 1985, controlaram a Nação. Agora, ostensivamente, vem um jovem cadete emitir opinião sobre aquele período histórico sem conhecer o contexto, certamente induzido a erro pela cartilha da sereia comunista, como se já não tivesse bastado o engôdo em que caiu parte de nossa juventude na década de 1970. O jovem articulista me fez lembrar o traidor Carlos Lamarca, tão festejado pelo PT e sua gangue. Chego mesmo a temer que o pensamento desse jovem cadete seja disciplina ministrada na Academia Dom João VI, da Polícia Militar do RJ (qu Deu nos livre disso!). Também eu, em outro comentário postado abaixo, recomendei ao articulista que revisse o que manifestou; que estudasse mais sobre o tema e o contexto histórico, antes de publicar opiniões dessa natureza. Abrçs! continuar lendo

JKofller, sua ideia foi muito bem construída. Também não concordo com os ataques carregados de ódio e magoa aos governos militares. Não porque concordo com qualquer tipo de agressão, mas porque as agressões que eventualmente ocorreram foram em regime de verdadeira guerra contra grupos terroristas de extrema esquerda que queriam tomar o poder para implantar uma outra ditadura, ou seja, a ditadura de esquerda, pregada pelo comunismo, um dos regimes mais corruptos e assassinos da historia da humanidade. Basta ver o ocorrido recentemente para concluir isso. Vide o caso de Stalin que matou dezenas de milhões de pessoas simplesmente porque não concordavam com seu regime. Foi um numero de mortes quase igual ao da segunda guerra mundial. A guerra era contra seu próprio povo que por principio de um ditador de esquerda, não dava a liberdade de que alguém pudesse discordar de suas ideias e seus métodos de governo. Certamente foram muito mais do que possa ter acontecido em qualquer outro pais do mundo, inclusive no Brasil. Isso se repetiu em muitos outros países, inclusive o vizinho Cuba, onde o povo vive em condições precárias sob um regime ditatorial, no qual o ditador, sua família e seus amigos, tem condições de vida nababescas, contrariando tudo aquilo que pregam, ou seja, as criticas aos governos militares das décadas de 1960 e 70 trouxeram muito mais benefícios do que danos a sociedade brasileira, diferentemente do que esta acontecendo hoje com esse governo que consquistou o poder nos últimos 13 anos e que tem um plano macabro de implantar o comunismo usando a democracia como ferramenta para alcançar seus objetivos ditatoriais. continuar lendo

O governo militar foi bom, mas tão bom, mas tão bom que hoje somos o 6º país que mais vende carros no mundo, mas não temos uma montadora brasileira. Quando a ditadura acabou cerca de 280 crianças morriam por dia em consequência da fome e suas complicações, isso mesmo cerca de 100 mil crianças por ano, (esquecendo é claro as mortes por conta da falta de saneamento básico por conta do crescente processo de favelização em todo o país). O sinal mais claro da subnutrição ainda pode ser percebido na baixa estatura da população mais velha.

A saúde rastejava, um surto de meningite (doença para a qual ja existia vacina) matou cerca de 900 pessoas na cidade de São Paulo e causou invalidez em pelo menos outras 12 mil (isso apenas em 1974 quando as noticias sobre a doença puderam ser publicadas) Antes disso o ministério da saúde publicava oficialmente que ninguém havia morrido por conta da doença.

Na segurança pública foi a era em que grandes facções criminosas se formaram. O comando vermelho tomou os morros e nunca mais foram retirados dezenas talvez centenas de facções continuaram a nascer depois disso.

Na educação as instituições de ciências e tecnologia não atendiam se quer 1% da população, pois no ano de 1968 foi extinto o "gasto" minimo com educação, (o que sem duvidas faz muita falta nos dias atuais) o ensino foi transformado para ser o minimo, composto apenas para formar técnicos para apertar os parafusos da industrialização tardia (por isso tantas hidroeléctricas superfaturadíssimas).

O Brasil era precário em tudo quando os militares tomaram o poder, depois que deixaram o país continuava precário porém endividado. Infelizmente o atraso que o governo militar impôs a nossa pátria pela ameaça fantasma de uma suposta ameaça comunista que não se concretizou em nenhum país da America latina. (com ou sem ditadura) Infelizmente o governo militar não foi melhor que os outros governos em absolutamente nada, nem mesmo em matar seus opositores e se foi melhor em algo hoje esta bem claro que o preço foi demasiadamente alto.

A ditadura foi excelente para algumas pessoas, mas sem duvida foi a era mais cruel para as camadas mais pobres. continuar lendo

Perfeito Sr JKoffler na desconstrução do pensamento de professores marxista desta universidades, como exemplo USP e entre outras esquerdistas e nefastas. Devemos ao falar de política, dos militares, de direitos e ditadura, consultar os historiadores que sejam imparciais, sem interesses e ganhos, pois nossas organizações, OAB, Governo e a Mídia são todas tendenciosas. O professor Antonio Villa é uma boa referência de consulta para trazer a verdade velada por nefastas instituições e grupos de interesse de esquerda e comunistas, ditos socialistas, até os partidos e sindicatos estão corrompidos, a raiz do mal é o amor ao dinheiro. continuar lendo

Concordo plenamente! Parabéns por suas observações! continuar lendo

Sr. Jkoffler, concordo plenamente com sus observações!! Parabéns!! continuar lendo

Eu sou contrário ao que entendo como excessiva extensão do regime de exceção. Acho que 21 anos foi tempo demais. Entendo o surgimento do movimento, mas acho que ele acabou perdendo o rumo.
Aliás há uma boa análise dele no livro do Villa, "Ditadura à Brasileira".
Acho que um erro considerável foi a censura. Esta concedeu aos dissidentes de viés comunista uma legitimidade que nunca deveriam ter. Acontece que parecia que o governo queria esconder algum tipo de "verdade", romantizada por artistas e pseudo intelectuais.
A História demonstrou que não existia "verdade" nenhuma no que defendiam, muito pelo contrário.
...
Dito isto, preciso externar que sou contra regimes totalitários. Acho que o melhor regime é o democrático, e ninguém tem o direito de usurpar a escolha das pessoas.
Isto não me impede de ver os méritos e os deméritos do regime militar.
Houve grandes avanços, como a reforma administrativa levada a efeito no governo Castelo Branco, ou os investimentos em infraestrutura. Entretanto houve equívocos na condução da política econômica, muito pelo mesmo Delfim que há pouco tempo atrás apoiava a desastrada "Nova Matriz Econômica" de Mantega. Sua adesão ao keynesianismo imoderado não mudou.
...
Apesar de todos os acertos que houve e do fato de que os ex-presidentes militares não se tornaram multimilionários ao estilo lulista, também há que se notar que não haver imprensa livre acaba por lançar dúvidas sobre outras pessoas que pudessem ter se beneficiado. Nunca saberemos, e este é um dos motivos pelos quais devemos lutar pela democracia e por uma imprensa livre.
No mais, acho equivocado ansiar por mais um regime militar, apenas para ver repetida a História. Acho que é buscar atalhos e incidir em erro.
A democracia é que precisa melhorar. As pessoas é que precisam votar de forma mais consciente, atuando por mudanças no modelo representativo, como voto facultativo e distrital, e deixando de acreditar em Messias, em atalhos, em soluções fáceis, porque nada disso existe. continuar lendo

As pessoas se esquecem do histórico de mortalidade dos regimes comunistas! Conveniente...
Vejam a esquerda no poder hoje, quão bem está o país?
Obviamente não sou militarista, sempre pela democracia, mas uma que seja Real, não uma pseudo democracia bolivariana! continuar lendo

Lucian, contrariando seu pensamento não são poucos que enxergam o que chamam de "ditadura" como você enxerga. São Muitos. São milhões de pessoas como você que conhecem a "estória" sem tê-la vivido.

Não vou entrar no mérito de seus comentários porque a nada levaria e não pretendo convencer nem a você e nem a ninguém do contrário, mas quando se referir a algo que não viveu, tente se fundar em literatura idônea.

Não estou defendendo este ou aquele regime, mas 90 por cento do que "conta a estória" (você leu correto é estória porque é falsa, senão seria história) foi forjado.

É inegável os avanços que ocorreram após o período militar, mas o avanço é fruto da própria evolução, que ocorreria de qualquer maneira.

Ao ver toda esta bandalheira que está instalada ai chega a dar saudade daquela austeridade existente. Daquela honestidade existente.

Você tem todo o direito de tecer qualquer comentário crítico sobre o que acredita. Porém entre a realidade, a verdade e o que você acredita , está um abismo instransponível.

Sua análise não é e nem pode ser absoluta como pretendeu a postagem. continuar lendo

Nadir, obrigado per me honrar com a leitura e com o construtivo comentário.
Toda crítica é muito bem vinda, porquanto fomenta o crescimento de ambas as partes.

Ao criticar a ditadura, não defendo o atual governo, nem de longe!

Concordo com a atual cleptocracia que permeia o governo e isso me revolta, mas também não justifica, na minha concepção, preferir à ditadura. Falo isso porque é um conjunto; e, sendo um conjunto, não adianta apenas um governo não ser corrupto. É mais. É não ser corrupto e também fazer o país crescer de forma sustentável. É não ser corrupto mas também proporcionar a distribuição de renda. Antonio Delfim Netto afirmava querer “fazer o bolo crescer, para depois dividi-lo”, mas os benefícios econômicos não atingiram pessoas de baixa renda, que tiveram seus salários reduzidos e sua participação na renda nacional decrescida de mais de 1/6 em 1960 para menos de 1/7 em 1970.

Enfim, o objetivo é esse. Pensarmos. Discutirmos o atual cenário cada vez mais decadente do nosso País.

Espero que continue contribuindo com seus posicionamentos.
Tenha um excelente dia! continuar lendo

Lucian agradeço suas palavras.

Posso lhe garantir por vivência ativa na época, que esta estória é falsa e forjada por jornalistas , intelectuais de esquerda e estudantes, festivos e desvairados com Cuba, eis que fui presidente de meu diretório acadêmico e fui obrigado a me cadastrar e registrar nos órgão de combate à subversão,

Não falo de A ou de B, falo de maneira bem metafórica (e sei que vai entender) que o "diabo" não era feio como foi pintado. Foi uma imagem que lamentavelmente, ainda, é forte na cabeça de pessoas que nem imaginam como foram aqueles tempos.

O povo gostava dos militares sim, só não gostavam os assaltantes de bando, corruptos e comunistas. continuar lendo

Nadir, sugiro que você assista ao documentário "Panair do Brasil".
Para quem acha que o PSDB e o PT destruíram os nossos patrimônios, é bom ver o que os militares "patrióticos" fizeram. Sim, apesar de privada, a Panair era um verdadeiro patrimônio nacional.

https://www.youtube.com/watch?v=e1A9W_9xSts continuar lendo

https://youtu.be/omnt1QbTPfE continuar lendo

Renato Rt, agradeço a sugestão mas ao longo dos anos aprendi a repudiar tendenciosidades.

Como eu já disse anteriormente eu vivi ativamente a época.

Por pior que fosse, não seria 10% do que é nos últimos 15 anos.

Eu não entro no mérito de PT ou PMDB ou qualquer partido. Minha colocação é pela história vivida e não pela história contada tendenciosamente.

Os porões do que chamam de ditadura fez muito menos vítimas do que a guerrilha do Araguaia. Muitos menos vítimas do que este governo faz desviando verbas de segurança pública.

Só se vê corrupção em detrimento do Estado.

Qual o custo disso que chamam democracia?

Me perdõe, respeito sua opinião, mas não compartilho dela. continuar lendo

Caro Lucian,
Não precisa agradecer, pois é meu dever apoiar colegas e sanar dúvidas ou informações errôneas (mesmo que involuntariamente cometidas).
Quando vi seu artigo, imediatamente me dispus a segui-lo, pois afinal, somos colegas em duas áreas. É para mim um honroso orgulho partilhar da suas ideias e experiências.
No concernente a eventual julgamento generalizado em relação ao grupo insurgente, asseguro-lhe que devem ser mui poucos os que se salvam da minha pecha de criminosos. Em outro momento quiçá possa lhe explicar e fundamentar melhor minha assertiva.
Por fim, continuo defendendo - e assim seguirei - o Estado de Exceção de 64. Se não tivéssemos intercedido em prol da pátria, hoje provavelmente seríamos uma Venezuela piorada - afinal, imagine se esse grupo que hoje ocupa o poder já o tivesse feito em 1985 (em razão de uma derrota nossa). Seria fatal para nossa pátria.
Grato por sua resposta!
Até breve! continuar lendo

"Não compraram fazendas, não tinham contas na Suíça e, quando dos seus respectivos funerais, os amigos se cootizaram e pagaram as despesas."
Essa frase por si própria já se basta. Dispensa-se qualquer outro comentário. Qualquer coisa que se fale contra esses homens é o marxismo cultural dando resultado. Para a conhecida frase "Mente vazia, oficina do diabo", podemos perfeitamente mudar para "Mentes tenras, oficina de Gramsci". continuar lendo

Altamente recomendado: http://omarxismocultural.blogspot.pt/ continuar lendo

Caro Paulo Adriano, muito me deixa honrado sua leitura e comentário.

No que tange ao trecho pinçado, concordo; tanto que não rechacei essa afirmativa, exceto pela parte final. Pois todo militar, seja ele federal ou Estadual, possui auxílio funeral, quiçá no caso de oficiais generais, em que o funeral é bem mais pomposo inclusive com salvas de tiro. Particularmente, duvido muito que se cootizaram para pagar uma vez que o próprio exército arca com os custos. Creio que a última parte seja uma falácia.

Oxalá que o atual governo, (ou qualquer outro desde que em um regime democrático) assim como fizeram esses ditadores, não tivesse comprado fazendas, nem aberto contas na Suíça, mas que além disso promovessem políticas de distribuição de renda sustentáveis para produzir resultados duradouros, o que não ocorreu no regime de exceção em epígrafe.

Obrigado por expor seu posicionamento. Toda crítica é muito bem vinda, porquanto fomenta o crescimento de ambas as partes.

Tenha um excelente dia! continuar lendo

No fundo, temos que tirar o chapéu para o PT e sua gangue: sentindo que pela violência não conseguiriam tomar o Poder, adotaram as táticas de Atonio Gramsci. Funcionou! Agora, quem nos socorrerá? O processo de conscientização política é paulatino e tão longo que, já no ocaso, não me restará vida para assistir a libertação. continuar lendo